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Telefónica investe em 1.532 startups ao redor do mundo e lucra R$ 135 milhões

Telefónica investe em 1.532 startups ao redor do mundo e lucra R$ 135 milhões
(Shutterstock)

Companhia havia investido €166 milhões em startups através da Wayra ou seus fundos; no Brasil foram R$ 49,2 milhões em 64 projetos

Investir em startups dá dinheiro, mostra a Telefónica (TEF.MC). A companhia espanhola, que aqui no Brasil é famosa por controlar a Vivo, já registrou um retorno de € 40 milhões, equivalente a R$ 136 milhões com a venda de sua participação em startups. A empresa investiu € 166 milhões em 1.532 startups ao redor do mundo desde 2011, quando começou o Telefónica Open Future.

Se a lógica de uma startup com sucesso para cada dez investidas se concretizar, a Telefónica terá 153 startups para registrar ganhos. Elas são empresas empresas que participaram do programa de aceleração da Wayra, além das que receberam investimento do fundo Telefónica Ventures e pelos fundos Amérigo.

Na Wayra, a operadora realiza investimentos em startups em troca de participação acionária que varia entre 7% e 10%, que, posteriormente, podem ser vendidos. A empresa tem 11 aceleradoras em 10 países. E em 2017, o ritmo de saídas pode ser maior. “Existem cerca de 70 empresas, algumas muito grandes, nas quais o período de quatro ou cinco anos de permanência como sócios está se esgotando e o normal é que ocorram vendas ou saídas na bolsa da valores”, explica Javier Placer, diretor global do Telefónica Open Future.

Programa no Brasil
E a Telefónica tem grandes investimentos no Brasil. O país é o quarto com maior número de startups apoiadas desde 2012, ano de criação da Wayra Brasil. No total, foram 58 empresas aceleradas no período, atrás apenas da Espanha (567), Chile (375) e Reino Unido (120).

Além das startups da aceleradora, que já investiu R$ 9,2 milhões em quatro anos de operação no país, os Fundos Amérigo, que estão em sete países, investiram R$ 40 milhões em seis startups brasileiras, através da gestora de investimentos Invest Tech. As startups aceleradas já captaram outros R$ 64,4 milhões junto a investidores externos e 87,1% delas já comprovaram seu modelo de negócio e registram faturamento.

E em 2016, o Open Future cresceu no país e começou a firmar parcerias para a implantação de espaços de crowdworking, com quatro já lançados com parceiros em São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Eles já apoiam hoje 29 projetos com programa de pré-aceleração.

O primeiro foi o Vale da Eletrônica é fruto de parceria com o Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações – e a Ericsson, em Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais. No Paraná a empresa conta com dois espaços, o Crowd Londrina, em parceria com a UEL – Universidade Estadual de Londrina e o Sebrae Paraná, e o Crowd Hotmilk PUCPR, anunciado em dezembro junto com a Pontifícia Universidade Católica, em Curitiba. Já em São Paulo, o Crowd Senac foi instalado em conjunto com o Centro Universitário Senac – Santo Amaro.

Depois de iniciado no ambiente do Crowd, o empreendedor tem a oportunidade de pleitear novo apoio pelo programa, em uma segunda etapa, por meio da Wayra, onde poderá receber US$ 50 mil em investimento financeiro, além de US$ 50 mil em serviços e aceleração, por um período de 12 meses. “A proposta desses espaços é ajudar a impulsionar o talento local e incentivar jovens com vocação empreendedora a colocar em prática suas iniciativas de base tecnológica, fornecendo infraestrutura de espaço, suporte técnico e mentores capacitados a orientá-los no desenvolvimento de um novo negócio”, ressalta Renato Valente, country manager do Open Future no Brasil.

(Via Startse)

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Escrito por
Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.com.br

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