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Para gestor, Bitcoin só tende a se valorizar no futuro; entenda

Para gestor, Bitcoin só tende a se valorizar no futuro; entenda
(Shutterstock)

A moeda virtual é bastante volátil, mas apresenta franca tendência de valorização no longo prazo

SÃO PAULO – Desde seu lançamento em 2009 por um programador sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, o bitcoin revolucionou a maneira como se pensa em moedas e transações financeiras. A criptomoeda não conta com uma autoridade monetária ou qualquer tipo de regulação, o que faz com que seja um modelo completamente diferente daquilo que o mundo financeiro está acostumado. Para Alexandre Cruz, da Jive Investments, a grande revolução está no sistema de blockchain usado pela moeda.

“Esse sistema é muito interessante porque permite uma série de cortes em intermediações nos mais variados setores, o que, por consequência, corta muitos gastos e elimina a dependência do estado”, pontua. Esse tipo de sistema usa criptografia de código aberto para garantir suas funções básicas enquanto usa o sistema “peer-to-peer” para registrar transações, o que significa, na prática, que a solução do sistema está em todos os computadores que mineram a moeda virtual ou participam da transação.

“Vale lembrar que existe um número máximo de bitcoins que podem ser minerados, o que faz com que exista uma comparação com o lastro do dólar em relação ao ouro que foi mantido durante um bom tempo. A tendência da moeda é de valorização no longo prazo, basta ver seu histórico”, relata Alexandre. No entanto, o gestor lembra que esse ainda é um mercado bastante volátil e sujeito a variações bruscas.

Mesmo com a volatilidade, se observa um número cada vez maior de pessoas operando bitcoins e mais negócios aceitando a moeda virtual como opção de pagamento. Uma possibilidade de se investir nesse mercado de maneira mais segura e tranquila é apostar em ETF (Exchange Trades Funds) que tenham exposição à moeda virtual ao invés de comprá-la diretamente.

“Como o bitcoin ainda é muito incipiente, o resultado em suas transações não tem uma grande relevância na economia mundial. Contudo, a tendência é esse volume só aumentar, e nos próximos cinco anos esse mercado já ocupará um espaço muito mais relevante”, assinala. Por fim, Alexandre explica que existem corretoras de bitcoin e bolsas da moeda digital no Brasil, com boas possibilidades de ganhos para quem queira entrar nesse setor.

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Escrito por
Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.com.br

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