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Facebook não precisa se preocupar com concorrência do Snapchat, diz analista

Facebook não precisa se preocupar com concorrência do Snapchat, diz analista

A rede social continua dominando o mercado e suas ações devem subir 25%, acredita especialista

SÃO PAULO – O Snapchat se prepara para seu IPO (Initial Public Offering) por meio de sua holding Snap Inc. e a mídia tem colocado bastante foco na empresa por conta disso. No entanto, para o analista americano Aaron Kessler, seria um enorme erro deixar o Facebook (FB.OQ) de lado, relata o site Barron’s Next.

A Raymond James, corretora do analista, publicou nova pesquisa em que mostra o quão dominante o Facebook segue. Entre as pessoas de 18 a 29 anos, a empresa foi escolhida como a mais importante entre os aplicativos de redes sociais por uma larga margem e em segundo lugar aparece o Instagram, que também faz parte do grupo. O Snapchat aparece apenas na terceira posição, quase empatando com o Twitter (TWTR.N).

Com esses dados, a impressão que fica é que Wall Street estaria preocupada demais com os rivais do Facebook – 67% dos investidores pesquisados pela Raymond James citaram a competição como a razão pela qual estão preocupados com as ações da rede social.

Outra preocupação fica com os anúncios. A companhia vem aumentando sua presença nos feeds dos usuários ultimamente, mas ela já disse que há um limite na quantidade de propagandas que poderá inserir.

O analista, no entanto, não está tão preocupado. Ele diz que o Facebook não precisa de uma expansão muito grande em seus anúncios para aumentar as receitas. Ele estima um crescimento em usuários diariamente ativos na rede social em 13% neste ano e um crescimento no tempo dispendido na rede social. Isso faria um crescimento de 35% nos anúncios ser algo “bastante possível”.

Kesser ainda pensa que o mercado está exagerando em quanto a empresa precisará desembolsar com custos operacionais, uma vez que ela tem ficado abaixo de suas previsões nesse aspecto nos últimos três anos. Com isso, ele, além de recomendar a compra do papel, ainda estima um preço-alvo de US$ 160 para os papéis, o que totalizaria uma valorização de 25%. Vale lembrar que, apenas no início desse ano, os papéis da rede social já sobem cerca de 11%.

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Escrito por
Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.com.br

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