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Facebook anuncia aplicativo em vídeo para bater Netflix e YouTube; confira

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O anúncio do aplicativo faz com que a companhia siga sendo olhada com excelentes olhos pelo mercado americano

SÃO PAULO – Após divulgar bons resultados trimestrais, o Facebook (FB.OQ) segue firme em sua posição de queridinho do mercado nos EUA. Além dos excelentes números trimestrais, os analistas se mostram animados com o potencial de obter receitas com anúncios na nova empreitada da empresa em vídeos. A empresa anunciou, junto com seus resultados, que está desenvolvendo um aplicativo focado em vídeos para smart TVs, que pode rivalizar com o YouTube e a Netflix (NFLX.OQ), trazendo conteúdo em alta definição e lucrando com potenciais anúncios. “Vídeos são uma megatendência na mesma medida que os celulares”, disse o CEO (Chief Executive Officer) Mark Zuckerberg em conferência.

Ele ainda disse que a companhia está procurando maneiras crescer seu “ecossistema de vídeos” investindo mais em conteúdos originais neste ano. Após a atualização, analistas começaram a elevar ainda mais suas estimativas para a ação. O analista Shyam Patil da SIG Susquehanna elevou seu preço-alvo para a ação de US$ 160 para US$ 180, o que implica em um potencial de valorização de mais de 30% para a ação. A instituição financeira ainda elevou suas estimativas para as receitas e para o EPS (Lucro por Ação, na sigla em inglês) em 8% e 16%, respectivamente.

Os anúncios em vídeo “serão a próxima grande mudança de orçamento online e o Facebook está bem posicionado para ser um dos principais beneficiários disso”, declarou o analista em relatório aos clientes. A Pacific Crest Securities também elevou seu preço-alvo para o papel de US$ 150 para US$ 155, mantendo a recomendação positiva.

Vale lembrar que o CFO (Chief Financial Officer) da companhia David Wehner repetiu um anúncio de que o crescimento da receita com anúncios cairá “significativamente” neste ano e muitos analistas esperam que a receita comece aa ter um passo mais lento. Para muitos, isso pode significar que outros negócios fora do núcleo da empresa se encontrarão em uma posição mais pressionada para trazer bons números, incluindo o Instagram e o WhatsApp.

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Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.com.br

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