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Em meio a escândalo político, executivo da Samsung é interrogado ao vivo na Coreia do Sul

Em meio a escândalo político, executivo da Samsung é interrogado ao vivo na Coreia do Sul
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Interrogatório faz parte de escândalo político que pode derrubar a presidente do país; outras empresas também foram questionadas

SÃO PAULO – Mais problemas no radar para a Samsung. Após a gigante coreana de tecnologia ter passado por problemas com explosões em seu modelo Galaxy Note S, diretores da companhia foram obrigados a responder a um interrogatório transmitido ao vivo junto com outras sete corporações locais, incluindo a montadora Hyundai, para prestar esclarecimentos sobre o escândalo político que assola a Coreia do Sul, comenta o site CNN Money.

As corporações tiveram que se defender contra alegações que as ligam ao escândalo de corrupção que muito provavelmente derrubará a presidente Park Geun-Hye. Tantos executivos enfrentando o escrutínio público em uma investigação sobre as relações entre o governo e as empresas é algo sem precedente no país, comenta o especialista David Kang.

“A presidente Park nos pediu para apoiar o desenvolvimento da cultura, esportes e turismo”, disse Lee Jae-Yong, executivo da Samsung Electronics e que deve suceder seu pai no comando da empresa. Ele pediu desculpas pela conexão da empresa com o escândalo, mas não admitiu nenhum crime. Ele ainda pontuou que Park não pediu diretamente para apoiar nenhuma das fundações de sua melhor amiga Choi Soon-Sil.

“Eu não sabia do pagamento da Samsung para as duas fundações e só fiquei sabendo depois do fato”, ele declarou. O parlamento da Coreia do Sul descobriu que grandes conglomerados familiares doaram ao menos US$ 60 milhões para as fundações ligadas a Choi.

Entenda a crise
A Coreia do Sul passa por um forte movimento de protestos contra sua presidente, que é acusada de favorecer sua amiga Choi Soon-Sil. Choi é acusada de abuso de poder, fraude e coerção e dois auxiliares da presidente Park também enfrentam acusações criminais. A governante, que já pediu desculpas três vezes pelo escândalo está sob pressão para renunciar ou encarar um possível impeachment.

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Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.com.br

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