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Starbucks e Wal-Mart se inspiram em startups para se modernizarem

Starbucks e Wal-Mart se inspiram em startups para se modernizarem
(Shutterstock)

Empresas têm buscado formas de gestão mais rápidas e agressivas de modo a se posicionarem bem no mercado

SÃO PAULO – Quando uma companhia evolui do posto de startup para ter uma operação mais madura, eventualmente acaba perdendo a essência que a fez crescer. Uma vez que a infraestrutura, sistemas e camadas de gerência são colocadas fica muito difícil mudar direção. Tanto o Wal-Mart (WMT.N) quando a Starbucks (SBUX.OQ) são empresas maduras há bastante tempo, mas as duas cadeias estão tomando claros passos para se certificar que seu espírito empresarial se destaque em suas organizações, pontua o site Motley Fool.

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Wal-Mart
A companhia colocou o empresário Marc Lore, que liderou a Jet.com, que foi comprada por ela por US$ 3,3 bilhões, como responsável por suas operações digitais. Com isso, a empresa mudou toda sua maneira de pensar no setor, eliminando sua taxa de US$ 50 por ano para ser membro, o que dava acesso a entregas ilimitadas em dois, e a substituiu por dar esse benefício de graça para todas as compras acima de US$ 35.

Esse movimento lembra muito a estratégia de startups. É uma ação que traz perda de dinheiro e prejudica o lucro, mas que deve trazer mais volume no longo prazo. Para conseguir sucesso em um mercado dominado pela Amazon (AMZN.OQ), é importante ousar. E o CEO (Chief Executive Officer) do Wal-Mart parece apoiar seu executivo: “se Marc conseguir ser Marc nesta companhia, então grandes coisas acontecerão”, cravou.

Starbucks
O atual CEO Howard Schultz está prestes a sair de seu cargo para focar em um segmento premium da companhia, no entanto, ele que foi o responsável por de fato construir a companhia da maneira como ela é conhecida atualmente e ajudou a manter seu espírito vivo de forma a reforçar sua expansão internacional.

A empresa conseguiu criar uma ótima cadeia digital, sendo a primeira grande rede a oferecer uma forma de pagamento virtual e pedidos pelo celular. No entanto, apesar dos feitos, Schultz decidiu voltar para as suas raízes empreendedoras de uma forma que não conseguia controlando uma grande empresa e por isso aceitou seu novo desafio.

Ele também quer mudar a forma como as pessoas tomam café em sua nova empreitada, levando uma experiência para fãs de café parecida com aquela que as pessoas que degustam vinhos têm. Adicionalmente, outros executivos da empresa também vem tentando dar um viés menos engessado para a companhia.

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Escrito por
Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.com.br

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