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Cenário internacional é bastante favorável ao Brasil e emergentes, aponta gestora

Cenário internacional é bastante favorável ao Brasil e emergentes, aponta gestora

Para a SPX Capital, o Brasil está em uma trajetória de recuperação de sua situação econômica

SÃO PAULO – O cenário internacional atualmente vem sendo favorável ao Brasil, aponta a gestora SPX Capital. Além desse fator, a situação política também ajuda o país, assim como o fato de que as turbulências em Brasília não conseguirem afetar o cenário econômico doméstico.

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“O presidente Temer venceu a votação da Câmara sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República. O atual procurador está prestes a sair e pode enviar uma segunda denúncia, mas ela tende a ser muito mais fraca do ponto de vista político”, pontuou a gestora em call com investidores. A economia nacional, por sua vez, vem conseguindo se descolar desse cenário, com o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro trazendo leve avanço e mostrando que a economia nacional está no caminho de uma recuperação lenta.

Em relação à reforma da previdência, a SPX não acredita que ela será votada em um futuro próximo, uma vez que a pauta do Congresso já está bastante movimentada e o governo não conta com força legislativa para conseguir aprovação por dois terços da Câmara dos Deputados. No entanto, em votações em que seja necessário ter apenas maioria simples, a expectativa é que o governo siga com força para aprovar suas outras agendas.

Já sobre a situação fiscal do país, os gestores acreditam que o país deva passar por uma melhora no próximo ano, tanto por conta da expectativa de inflação mais alta em 2018, como também pela geração de mais receita no governo com a recuperação da economia brasileira.

Internacional
Nos EUA, o grande foco fica com a inflação, que se mostrou mais fraca que a expectativa de mercado, enquanto a taxa de desemprego está em 4,4%, em um ritmo atual de geração de vagas que deve fazer com que essa taxa recue para menos de 4% até o começo do ano que vem. No cenário político, o Congresso americano terá que votar tanto a política fiscal como também a elevação do teto da dívida fiscal do país, o que pode gerar mais tensão no curto prazo.

Na Zona do Euro, o cenário de atividade mais forte com crescimento significativo anima a gestora, que afirma que a redução de risco político local tem ajudado a apreciar o euro e, também, que existe uma possibilidade de cortes no atual programa de Quantitative Easing na região.

Já na China, não há expectativa de grandes mudanças relevantes até o congresso do partido comunista em outubro, quando o presidente Xi Jinping deve ser levado a seu segundo mandato e seguir promovendo o forte ritmo de crescimento no país. Na região, o maior risco fica com a Coreia do Norte. A SPX, no entanto, não acredita em uma guerra envolvendo a ditadura asiática como cenário mais provável na conjuntura atual.

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Escrito por
Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.com.br

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