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4 grandes empresas que podem virar o jogo e voltar a se valorizar em 2017

4 grandes empresas que podem virar o jogo e voltar a se valorizar em 2017
(Shutterstock)

Mesmo em um momento de alta nos mercados americanos, sempre existirão os patinhos feios da bolsa

SÃO PAULO – Enquanto o mercado nos EUA bate recordes consecutivos neste final de ano, pudemos observar várias companhias que não se saíram tão bem assim ao longo dos últimos tempos. Assim, o colunista do site Motley Fool Leo Sun lista quatro empresas que podem dar a volta por cima no ano que vem e que os investidores podem ficar de olho.

IBM
A companhia, que é uma das favoritas de Warren Buffett, acumula boa alta em 2016, mas, na soma dos últimos cinco anos, ainda conta com desvalorização de 10%, com dezoito trimestres seguidos de quedas em suas vendas e com expectativas de mais números declinantes neste ano. O problema da empresa é que seus novos negócios não conseguem crescer em um ritmo rápido suficiente para estancar a sangria em setores mais datados. No entanto, se a IBMconseguir superar essa barreira, poderá se tornar um investimento sólido e maduro no setor de tecnologia mais uma vez, acredita o colunista.

GoPro
A produtora de câmeras, por sua vez, perdeu quase 50% de seu valor de mercado em 2016, com vendas caindo cada vez mais por conta da demanda mais fraca do que o esperado. Para piorar, seu drone chamado Karma foi lançado com atraso e ainda precisou passar por um recall. Para tentar contornar a crise, a empresa dispensou 15% de seus funcionários e, mesmo assim, o cenário não parece. Para conseguir dar a volta por cima, a GoPro precisa voltar a captar a atenção do público com suas câmeras ou outros produtos. Se ela conseguir esse feito, suas ações serão uma verdadeira barganha levando em conta seus patamares atuais.

Polo Ralph Lauren
Como muitos de seus pares, a Ralph Lauren tem visto suas vendas despencarem por conta da concorrência com fast fashions como a Zara ou a H&M, além da competição com o e-commerce, que se fortalece cada vez mais. No entanto, no ano passado, a empresa contratou o especialista em moda Stefan Larsson como seu novo CEO (Chief Executive Officer). A contratação não reverteu a queda de 20% do papel em 2016, mas o executivo lançou um plano agressivo de turnaround para a varejista. A ideia foi fechar lojas, dispensar funcionários e cortar os envios de produtos de forma a reforçar o apelo premium da marca, trazendo uma economia anual média que pode chegar a US$ 200 milhões.

Chipotle
A rede de comida mexicana também não teve um bom 2016, com quatro trimestres seguidos de quedas em suas vendas, ocorridos principalmente por causa dos múltiplos casos de intoxicação alimentar em suas unidades. Campanhas de marketing agressivas e um novo programa de fidelidade ajudaram a mitigar um pouco da queda, mas o papel segue despencando 20% no acumulado do ano. Analistas esperam que as vendas da Chipotle se recuperem e subam 16% em 2017, principalmente por conta de uma recuperação em sua reputação e também da expansão em outros mercados com marcas secundárias. No ano que vem os investidores poderão ver a companhia dando a volta por cima ou então indo para o buraco de uma vez por todas.

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Escrito por
Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.com.br

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