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3 fatores para ficar de olho na Netflix ao longo de 2017

3 fatores para ficar de olho na Netflix ao longo de 2017
(Shutterstock)

As ações da empresa não tiveram um desempenho que animou o mercado em 2016

SÃO PAULO – Quando se olha para o conteúdo, 2016 foi um excelente ano para a Netflix, que produziu séries de sucesso como Stranger Things, Narcos e The Crown. No entanto, quando o foco fica em suas ações, a verdade é que a empresa já viu anos melhores. No ano passado, seus papéis subiram 9%, desempenho apenas em linha com o mercado, enquanto a expectativa era de uma valorização de mais de 100%, como o que aconteceu em 2015, aponta o site americano Barron’s Next. Com o crescimento da empresa, o que era um negócio apenas de streaming se tornou algo muito mais complexo e, assim, a publicação lista três fatores para ficar de olho na companhia em 2017.

1 – Donald Trump
A regulação de comunicações nos EUA pode passar por mudanças na questão de neutralidade de redes com a nova administração em relação ao que foi definido por Obama. A legislação atual proíbe operadoras de internet de oferecer tratamento preferencial para determinados sites.

A Netflix responde por cerca de um terço do tráfego da internet no país nas horas de pico e há muito se opõe em relação a medidas que permitiriam as operadoras a cobrar com base no gasto de dados ou então que permitiriam que um site tenha um tratamento melhor que o outro. Mudanças na regulação poderiam trazer repercussões fortes para a empresa.

2 – União com a Comcast
A questão da neutralidade coloca em choque gigantes da internet e provedores de streaming, mas existem sinais de que a Netflix e a provedora americana Comcast estão fazendo um jogo de amigos. O conteúdo da Netflix está disponível na programação da Comcast em uma parceria surpreendente entre duas empresas que não se davam bem anteriormente. No passado, a provedora já tentou comprar a Disney. Será que agora consideraria uma fusão com a Netflix?

3 – Gastos em produção
A recente série The Get Down produzida pela Netflix teve gastos de US$ 16 milhões por episódio, mais do que aquilo que a HBO gasta com Game of Thrones. Os gastos de The Crown também não ficam muito longe dessa cifra e se encontram em patamares insustentáveis. A empresa precisa achar maneiras de fazer conteúdos de qualidade que não custem quantias exorbitantes.

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Escrito por
Jornalista econômico vencedor do prêmio Especialistas da revista Negócios da Comunicação no setor Financeiro em 2015. É o editor responsável pelo FinNews. E-mail: leonardo.uller@finnews.com.br

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